quarta-feira, 27 de abril de 2011

O orkut me ensinou muito! (???)

Hoje entrei no meu orkut, como de costume, e a seguinte frase estava na minha página inicial:

"Os jovens têm anseios que nunca passam, enquanto os velhos têm lembranças do que nunca aconteceu"

Ok! Alguém me explica? Quer dizer, se pararmos para filosofar bem profundamente até que essa frase tem muito sentido na primeira parte - Os jovens têm anseios que nunca passam - mas, convenhamos, a maneira como essa frase foi escrita ficou muito engraçada - Enquanto os velhos têm lembranças do que nunca aconteceu - ou seja, estão esclerosados! Óbvio! Porque, por mais lembranças que um velho tenha da sua vida, "lembraças do que nunca aconteceu" só chegam com a esclerose da idade. Gente do céu! É não ter mais com o que se preocupar, né? Mas é sério, se alguém entendeu o sentido disso, me explica, porque, por mais que eu pense muito e fique horas filosofando, eu não vou entender.

Porém, a primeira parte é sim, muito boa! Realmente, os jovens têm anseios que nunca passam.
É muito comum termos preocupações, ansiedades, medos de certas coisas que, daqui a pouco vemos o quão insignificantes elas eram.
Eu não consigo falar isso, só escrever: "Elas eram". Eu falo: "Eras elam". Enfim, problemas de dicção. Aliás, acho que quase nunca escrevo essa palavra: dicção. Estranha, né?
Mas voltando, se pararmos para pensar, a maioria dos jovens... Tudo bem, não queria dizer isso pra não ofender a classe, mas a maioria das MULHERES são muito neuróticas com a vida. Eu, inclusive!
A gente faz uma coisinha aqui já pensando no que essa coisinha vai gerar daqui há 15 anos. E não venham me dizer que nunca tiveram isso, porque eu tenho certeza que, pelo menos uma vez, sim.
É por isso que eu venho tentando me modificar a cada dia, a cada atitude minha que me demonstre algo. Sabe, a gente fica correndo atrás de felicidade, de decisões, de escolhas, quando na verdade, elas estão sempre ali do nosso lado. Só esperando que a gente olhe pra elas e as descubra.
Aí eu volto a falar dos nossos paradigmas. Ótimo! Todos nós temos paradigmas, pontos de vista diferentes sobre a vida e isso é muito bom. O ruim é quando precisamos tomar nossas decisões porque, cada vez que criamos um paradigma sobre certo assunto, ficamos presos dentro dos nossos pontos de vista. E nós podemos ter milhares de escolhas pra fazer ou milhares de coisas ou pessoas em volta que, de nada adianta, pois as nossas escolhas serão feitas de acordo com o paradigma que criamos. Eu sugiro quebrarmos os paradigmas daquilo que nos dificulta em algo! Como eu já havia dito em outra postagem, voltarmos a estaca zero e vermos as opções que temos por fora daquilo que julgamos ser o melhor. As vezes a felicidade está tão mais perto do que imaginamos...
A gente fala, fala em felicidade, mas na verdade eu acho que a felicidade não existe! O que existe é uma emoção, momentos felizes existem. Ninguém é feliz o tempo todo. Então, é isso que precisamos fazer, parar de correr atrás de uma felicidade ilusória e, ao invés disso, se preocupar somente com o exato momento em que podemos estar sendo completamente felizes, e pensar que aquele pode ser sempre o momento mais feliz de nossas vidas se dermos valor pra ele e só pra ele: pro hoje, pro agora!
O que vem depois, a vida sempre arranja. Deus não escreve certo pelas linhas tortas, ele escreve certo pelas linhas exatas. A gente só demora um pouco mais pra entender isso...
Como diriam meus amigos do Titãs: É PRECISO SABER VIVER!


Pensa nisso! Que eu continuando aqui, pensando pacas...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eu nunca tive um blog!

Bom, eu nunca tive um blog. Mas eu sou uma pessoa que pensa tanto, mas tanto, que eu decidi fazer um para escrever pelo menos algumas das barbaridades que chegam na minha cabeça. Algumas coisas são bem úteis, pelo menos pra mim, outras de completa inutilidade que até eu mesma me apavoro com a minha mente.
Eu decidi escrever também porque eu sou uma quase jornalista, atualmente me formando em Educação Física. Mas não pára por aí, eu também já quis ser fisioterapeuta, quiropraxista e psicóloga, além de ser uma ex aluna de teatro frustrada por não estar fazendo isso atualmente. Mas enfim, agora eu vou resolver isso. Esta semana estou indo a Porto Alegre para voltar ao teatro! Adoro muito!
Esta semana também, eu criei vergonha na minha cara de 23 anos e decidi ir até o Detran tirar a minha carteira de motorista, apesar de saber que muitas vidas estarão em jogo a partir do dia em que eu estiver habilitada a dirigir por aí.
Bom, voltando ao "quase jornalista", eu fiz metade do curso de Jornalismo e foi ali que eu cultivei uma das minha maiores paixões: escrever! (Só para esclarecer.)
Mas na verdade, existe um motivo bem grande também, que são as mudanças, as fases, as coisas que a minha vida prepara pra mim e me ensinam cada vez mais. Cada vez que a minha vida muda em algum aspecto, geralmente no sentido de relacionamento, eu tenho uma vontade imensa, enorme, enfim, muito grande mesmo, de correr para qualquer lado e fazer qualquer coisa que não seja ficar no mesmo lugar. Isso é nostálgico!
Mas, pela primeira vez, eu não estou correndo para todos os lados. Eu estou simplesmente correndo para o lado que eu sei que é certo! Eu estou correndo atrás de todos os planos que eu deixei pra atrás por preguiça, comodidade ou um amor, que seja. Eu não posso deixar a minha vida passar e pensar mais tarde em como teria sido. NÃO! Eu não consigo ser assim. E não vou ser NUNCA! Vou me jogar de cabeça até chegar aonde eu quero! E eu estou muito confiante que vou conseguir um tudo e mais um pouco!
Nunca tinha feito isso, usar a razão, sabem? É bom demais. O coração sofre um pouco, nos causa certos momentos de depressão, mas a gente se sente forte, por incrível que pareça. Não sei explicar, mas é um sentimento bom, por mais que seja ruim, às vezes... Contraditório, no mínimo.
É que, na verdade é sempre estranho a gente conviver com alguém e saber dela todos os dias e querer ela todos os dias e, daqui a pouco, não querer mais, não saber mais! É muito louco isso... Num dia somos parte de outra pessoa e no outro somos dependentes somente de nós mesmos! É incrível nossa capacidade de mudança... Os paradigmas zeram e mudamos completamente. E, cada vez que mudamos os nossos pontos de vista é como se voltássemos a estaca zero de tudo o que tínhamos em mente antes disso.
Enfim... Eu disse que pensava demais!

Até breve!